sábado, 4 de dezembro de 2010

Depois de ontem

Me enganei  por saber que seria assim
Eu sou um bobo e aproveito pouco rir de mim
Quando invento a certeza, crio ilusão
Deixo minha alma presa nua sem amor ou paixão
Deixei tudo em sua mão que dizia me querer
Na verdade em você eu procurava o que em mim
Sentia falta
Ser enfim o outro eu
Belo solto novinho
Dono do mar, sem camisa
Aquele amor instingante
Aquele novo carinho
O  tal cara interessante
Porisso mesmo, impossível
Fazer de uma coisa pequena
um gigante inatingível
Esse vazio eu já flertava
Me enganando de novo
Por tão pouco arrastava a asa
Meu Deus Como sou tolo!

E hoje que decidi ser mais homem que sonho
Me doi  sorrir sentir um começo maduro
Sei, acendi o escuro e apaguei o improvável
Me isolo dentro de mim
Quanto a você, boa sorte
Se foi preciso um fim uma virada ou a morte
Prefiro a que escolhi
Eu sendo eu mesmo e mais forte





2 comentários:

Juzinha disse...

quando se fala de amor todos somos bobos.. mais a melhor parte é rir do que já passou! =**

Nathy Freitas disse...

Rir é um exercício, qnd é de nós mesmos é melhor ainda rsrs... nos reconhecemos nos sorrisos alheios, qnd deveriamos nos encontrar em nossos risos...

qnd procuramos no outro, algo que nos falta... é a certeza de que o relacionamento ñ terá futuro, enquanto ficamos nessa busca incessante, esquecemos de aproveitar o momento com o ser amado, e depois que encontramos o q tanto procuramos,o relacionamento fica bobo, chatooo e partimos pra outro em busca de nova coisas q nos falta...

mas a vida é assim, vivendo, aprendendo e rindo sempre :-)

sauudadess gigantes